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Célia Sampaio
, 30 de março de 2010 at 04:02, in
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Homenagens
Mulher Negra,Negra Nagô,Dama do Reggae, Um ser de luz,ser diferente é ser filha de Oyá; Traz em seu nome o peso de carregar Maria, E Como a Maria de Milton Nascimento,é um DOM,é a Força que nos alegra.
Nascestes no berço da LIBERDADE e tal qual um PÁSSARO LIBERTO já fostes comparada; Tem toque de atabaque!Célia traz seu djembê, Arrepia a Casa Fanti,o Laborarte,o CCN,tudo quanto é ILÊ.
Sua voz singular ecoa no Gigante Negro,no GDAM,no Officina Affro durante o Carnaval, Em teatros,praças,palcos,bairros e bares da vida,seu canto único e vibrante é patrimônio nacional. Shows na Alemanha,Pará,São Paulo,Salvador,Brasília,Maranhão; Encanta negros,indios e brancos;todos os povos desta linda nação.
CÉLIA SAMPAIO,é canto,é dança corporal,é emoção; É Negra Guerreira,exemplar enfermeira,é filha do Akomabu. É afoxé,é reggae,é samba-canção, A ti mãezinha,todo meu carinho,amor e eterna adoração
FELIZ ANIVERSÁRIO CÉLIA SAMPAIO! Com carinho,Raydenisson Sá
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Célia Sampaio
, 24 de novembro de 2009 at 18:55, in
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Texto
Por muito tempo ouvi essa expressão ao longo da minha existência para retratar de forma pejorativa as ações, comportamentos, atitudes e iniciativas de representantes afro-descendentes. Algumas sem maiores intenções de ofensas, outras carregadas fortemente de um teor preconceituoso e racista.
O povo negro no Brasil resistiu bravamente a todas as formas de opressão e degradação da pessoa humana; do degredo propriamente dito da distante Mãe África ao açoite nas senzalas, às profissões e ofícios mais aviltantes no pós-escravidão, à falta de isonomia nas oportunidades, passando pela eliminação física nas batidas policiais, à moradia indigna nos mocambos, palafitas e favelas.
Tudo que nós, afro-descentes, conquistamos até então foi fruto de lutas históricas, de muito suor e sangue, e também de muitas mortes. O reconhecimento da saga e do martírio do povo negro é uma página da tenebrosa História do Brasil, que precisa ser recontada e reescrita milhões de vezes e ensinada nas escolas como disciplina obrigatória, a fim de que as atuais e futuras gerações possam viver em harmonia e promover a cultura da paz, sem pieguices, como bem nos ensina o professor Boaventura dos Santos: "graças e não apesar das nossas diferenças".
É neste contexto que devemos entender e celebrar o dia 20 de novembro - Dia da Consciência Negra - assim decretado e reconhecido nacionalmente, como a data da morte de Zumbi dos Palmares, símbolo maior da heróica resistência do povo negro no Brasil ao flagelo da escravidão e a todas as formas de opressão. Um grande grito pelo Direito à Liberdade!
Coisa de Negro, sim, seu doutor!
Coisa de Negro Cosme, nosso grande herói da Balaiada; de João Cândido, nosso almirante negro da revolta da chibata; de Maria Firmina, primeira mulher negra da literatura maranhense; de Nascimento Moraes, nosso baluarte da ecologia; de Dica, das lutas comunitárias pelo direito à liberdade de expressão; de João do Vale, o maranhense do século; de Antônio Vieira, nosso grande e eterno menestrel; de Apolônio, Anivô e Leonardo, que tantos toques de vida nos ensinaram e continuam ensinando nas suas imemoráveis lições; das Célias, Maria e Sampaio, com as suas vozes divinas; de Rosa Reis, rainha africana, a esbanjar encantamento por todos os cantos do mundo; de Dona Teté, imortalizada pelo seu Cacuriá, que atravessou o Estreito dos Mosquitos e os oceanos; do inesquecível parceiro Escrete; da Dra. Graça Reis Lopes e Sebá, irmãos dos quais tenho imenso orgulho e admiração; de Eliane Morais, conhecida com preta, nos tempos de organização revolucionária; de JorginhoMiséria e Sabará, figuras que deixaram suas impressões digitais nas militâncias culturais do Anjo da Guarda; de Magno Cruz, Dr. Luisão, Manoel dos Santos, Mundinha Araújo e tantos outros militantes do movimento negro que hoje são referência para a nossa cidadania cultural; de Mestre Felipe de Sibá, o maior do tambor-de-crioula, patrimônio cultural brasileiro; dos nossos mestres das danças populares, Profa. Waldecy Vale, Zumbi Bahia e Saci Teteléu, artistas de muitos instrumentos.
Coisa de negro, sim, seu doutor!
Coisa de Mãe Andressa, da Negra Fulô, da incansável companheira Célia, advogada militante, que tanto lutou pelos Direitos Humanos em nosso estado; de Luiz Fernando "Prego", que bordou a canção "Pérolas Negras" para o deleite dos nossos ouvidos; da Banda Guetos, de Tadeu de Obatalá, de Candinho e Paulinho Akomabu, a primeira formada por negros, que até hoje permanece firme com sua proposta no cenário musical maranhense; Coisa de Pai Euclides, do Maranhão ao Benin; de Creusamar de Pinho, que disputa a todo instante os espaços para o exercício do direito à moradia digna para as populações mais humildes e necessitadas; de Sílvio Bebém, Chocolate e do deputado, Domingos Dutra, meus aguerridos companheiros de Partido; de Manoel Rubim da Silva, por tudo que legou à Receita Federal do Brasil e está legando à literatura e à Universidade Federal do Maranhão; de Luis Carlos Guerreiro, com a sua muitas vezes incompreendida irreverência, mas sempre leal às grandes causas populares; dos companheiros do Ministério da Cultura, Adair Rocha, da Representação Regional do Rio de Janeiro, e Henry, da RR de São Paulo; do Prof. Muniz Sodré, Zulu Araújo e Nascimento Júnior, dirigentes da Fundação Biblioteca Nacional, Fundação Palmares e do Instituto Brasileiro de Museus; coisa do Grupo de Dança Abanjá e do mais que glorioso Centro de Cultura Negra, que já passou dos trinta, consolidando-se como um vivo exemplo para todo movimento negro do Maranhão; coisa das nossas seculares comunidades quilombolas espalhadas por todos os territórios de identidade que permeiam as geografias das nossas ancestralidades.
De muitos e tantos outros negros que deixei de citar, por ignorância ou esquecimento, a quem homenageio com as estrofes de duas belas parcerias que permanecem no cancioneiro e na memória do povo negro do Maranhão:
"Bandeira de Liberdade", em parceria com o saudoso irmãozinho Escrete:
"Gaiola não é prisão pra negro/prende segredos, mas não pode nos prender/que bandeira é aquela?/é Luther King, é Zumbi, Nelson Mandela".
"África, Brasil, Caribe", em parceria com cantor e compositor Beto Pereira:
"Meu país, meu continente/minha nação varonil/minha América Latina/meu pedaço de Brasil/minha tribo, minha gente/minha raça, meu amor/meu futuro, meu presente/é da cor da tua cor".
ISSO É COISA DE NEGRO!
Joãozinho Ribeiro escreve para o Jornal Pequeno às segundas-feiras.
Texto publicado no Jornal Pequeno no dia 23 de novembro de 2009
Neste Dia de Glória,dia dedicado à todos que com suas vozes emocionam inumeras pessoas em todas as partes do mundo.Gostaria de lhe homenagear com essa canção divina,ela retrata muito bem o "sentimento" dos cantores.
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Célia Sampaio
, 30 de março de 2009 at 09:00, in
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Célia Sampaio...Mulher Negra Guerreira... Hoje neste dia especial,venho por meio do teu blog,te prestar uma singela homenagem em razão do seu aniversário!!! Você sabe o quanto é especial pra mim,o quanto eu te admiro e respeito você e seu maravilhoso trabalho!! Que Deus,Oyá e Oxum te abençõem!Cubram tua vida e tua carreira de muita luz!!! Te desejo sempre...Tudo de bom,tudo de bom e melhor que a vida pode te oferecer!!! Espero que goste dos videos que fiz pra você.É de coração! Enfim...FELIZ ANIVERSÁRIO!!!! Muito Axé e Vibrações Positivas!!!!
Eu não tenho nada pra dizer você parece no momento até saber como eu estou sofrendo Vem veja através dos olhos meus a emoção que sinto em estar aqui Sentir seu coração me amando Amigos para sempre é o que nós iremos ser Na primavera ou em qualquer das estações Nas horas tristes nos momentos de prazer amigos para sempre Você pode estar longe, muito longe sim Mas por te amar sinto você perto de mim, e o meu coração contente Não nos perderemos não te esquecerei você é minha vida tudo que eu sonhei E quis para mim um dia. Amigos para sempre é o que nós iremos ser Na primavera ou em qualquer das estações Nas horas tristes nos momentos de prazer amigos para sempre Olho, pra você e me pergunto assim Se tudo é tão sincero Por que tem que haver Um tempo de dizer adeus ... Amigos para sempre é o que nós iremos ser Na primavera ou em qualquer das estações Nas horas tristes nos momentos de prazer amigos para sempre
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Célia Sampaio
, 2 de dezembro de 2008 at 12:36, in
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Prêmios
O Maranhão na Tela, mais do que um festival, é um projeto de fomento cujo objetivo maior é democratizar o acesso a capacitação, produção e difusão de conteúdos audiovisuais no Estado. O projeto, que teve sua primeira edição realizada em 2007, nasceu do profundo desejo de ver o Maranhão na tela de fato, e para isso procura se somar às iniciativas já existentes contribuindo assim para com o desenvolvimento da produção audiovisual local. E assim somos motivados e movidos por este grande sonho de transformar o Maranhão em pólo de produção audiovisual e de invadir as telas com toda potencialidade do Estado, seja no cinema, na televisão, na internet, no celular, na TV, no cabo, tanto no resto do Brasil quanto do mundo! E sonho é assim mesmo, sem limites, cheio de audácia e talvez alguma pretensão.Mas voltando à realidade, graças às novas tecnologias, vivemos hoje a era do audiovisual, um novo tempo em que a produção e difusão de conteúdos de cinema e vídeo estão acessíveis aos mais variados públicos. E dentro desse contexto, o Maranhão ainda tem pouca visibilidade no mercado externo, além de um baixo volume de produção, apesar de ser reconhecido como grande pólo de diversidade cultural. E para contribuir com a mudança desse cenário, o Maranhão na Tela promove a capacitação de jovens através de oficinas de produção, realiza cursos teóricos de cinema e vídeo, incentiva a formação de platéia exibindo curtas e longas, na capital e no interior, e ainda aprofunda as discussões através do fórum. E tudo isso com acesso gratuito. E que o Maranhão se veja e seja visto em um número cada vez maior de telas!
Mostra Essa é Minha Cultura
É com muito orgulho que o Maranhão na Tela exibe o resultado da oficina de produção, realizada entre os dias 6 e 17 de outubro, com o patrocínio do SEBRAE e parceria com a CUFA, ONG Formação e Vale. Ao todo, a série Essa é Minha Cultura exibirá 10 pequenos documentários sobre importantes personagens da cultura maranhense. Os filmes foram feitos por 31 jovens da Grande São Luís e municípios da baixada e serão exibidos na solenidade de abertura do festival, que acontecerá dia 1° de dezembro, no Teatro Arthur Azevedo e também abrirão os longas metragens do festival.
Grandes nomes da cultura maranhense foram filmados dentre eles: CÉLIA SAMPAIO,Dona Terezinha Jansen,Grupo Clã Nordestino,Dona Teté e outros.
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Célia Sampaio
, 20 de novembro de 2008 at 18:23, in
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Homenagens
LÁ VEM ELA
(PRETO GHÓEZ) - MILITANTE DO MOV. HIP-HOP, FUNDADOR DO MHHOB (MOV.HIP-HOP ORGANIZADO BRASILEIRO), ATIVISTA, COMPOSITOR, INTEGRANTE DO GRUPO CLÃ NORDESTINO.
PERSISTE RESISTE AOS DIAS BRUTOS E TRISTES LÁ VEM ELA, LÁ VEM ELA. GUERREIRA AFRICANA NA SELVA DE PEDRA TAMBORES ME AVISAM DESDE A MÃE ÁFRICA NOS PASSOS DA NEGRA EU SINTO SUA MÁGICA NO COMPASSO DO RISO DAS NOSSAS CRIANÇAS SACODE HARMONIA LEVANTA A ESPERANÇA NA LEVADA PUNGADA DO PODER FEMININO TEM VERSO, TEM PROSA, CORAÇÃO NORDESTINO. A MINHA TRISTEZA DESCE A CORRENTEZA DO RIO ACENDE A FOGUEIRA O FOGO INCENDEIA INCADEIA REGAÇA APARELHA QUE AQUECE MINHA ALMA COM FRIO PERSISTE RESISTE AOS DIAS BRUTOS E TRISTES LÁ VEM ELA, LÁ VEM ELA GUERREIRA AFRICANA NA SELVA DE PEDRA A LÁGRIMA QUE BANHA A FACE DA NEGRA TRANSBORDA O RIO NILO O CHORO É A CHEIA QUEM MAMA NA MAMA ACENDE A SUA CHAMA ME CHAMA INFLAMA A MINHA AUTO ESTIMA. CADA PALAVRA É UM TIJOLO NA CONSTRUÇÃO DA MINHA RIMA A GAROA NÃO QUEBRA A MINHA VALENTIA PASSO A PASSO EU VENÇO A COVARDIA NOS MEUS DREADS ALUMEIA MINHA POESIA MULHER É PALAVRA FEITA DE AÇO CORAÇÃO BLINDADO NA TRISTEZA DO DIA DIA EU VIM, EU VI, EU VENCI. E É ASSIM QUE SOU POR ESCRITO MEU RITO É O CANTO MEU MANTO SE ESPALHA NAS AREIAS DO LENÇOL MARANHENSE REVERENCIO AS DE ANTES NOS PASSOS BRINCANTES DA MULHERADA VALENTE OFEREÇO-TE YEMANJÁ UM BUQUÊ DE ROSAS LUXEMBURGOS, QUE LÉLIAS GONZÁLES ILUMINEM OS PASSOS DE CÉLIA SAMPAIO QUE A SELVA SE CURVE E CAIAM OS MUROS QUE A LUZ DA MANHÃ MA AFASTE DO ESCURO, DANDARA ME GUIA E NOSSOS ANCESTRAIS EM CORO GRITAM: LÁ VEM ELA!
Cum sociis natoque penatibus et magnis dis parturient montes, nascetur ridiculus mus. Morbi dapibus dolor sit amet metus suscipit iaculis. Quisque at nulla eu elit adipiscing tempor.